19 de maio de 2014

Resenha #1 - O inverno das Fadas

 Autor: Carolina Munhoz
Páginas: 304
Editora: Fantasy - Casa da Palavra

Sinopse: Existem pessoas normais em nosso planeta. Homens e mulheres que nascem e morrem sem deixar uma marca muito grande ou mesmo significativa na humanidade. Mas existem outros que possuem talentos inexplicáveis. Um brilho próprio capaz de tocar gerações. Como eles conseguem ter esses dons? De onde vem a inspiração para criar trabalhos maravilhosos? São cantores com vozes de anjos, artistas com mãos de criadores e escritores mortais. Existe uma explicação para isso. Sophia é uma Leanan Sídhe, uma fada amante, considerada musa para humanos talentosos. Ela é capaz de seduzir e inspirar um homem a escrever um best-seller ou criar uma canção para se tornar um hit mundial. A fada dá o poder para que a pessoa se torne uma estrela, um verdadeiro ícone, ao mesmo tempo em que se aproveita da energia do escolhido para alimentar-se. Causando loucura e morte.

Sinceramente estava super ansiosa para ler esse livro, eu o queria e nem sei porque. Mas quando comecei a leitura me desestimulei, não consegui me achar na história nunca e não tive nenhuma identificação com o livro. A escrita da Carolina é boa, mas eu detesto romances melosos de mais e que se arrastam pelas páginas como esse.
Mas isso não denigre o livro em nada. Ele tem uma capa maravilhosa, uma ótima correção e revisão. Além da autora ter sido bem criativa ao criar dois mundos interligados. O problema sou realmente eu!
Então indico para quem gosta de histórias que se desenrolam devagar e para quem adora muito romance. Agora se você não tem esse perfil fique longe dele para não se decepcionar como eu!

Quotes:

"Para os humanos, sempre foi um choque encontrar o Outro Mundo, lugar regado de maravilhas e eterna juventude. Onde não existia doenças e sempre havia fartura de comida." P. 5.

"A sombra do homem atravessou o corpo do rapaz. Ele novamente a tomou nos braços e pressionou os lábios carnudos contra os dela. A Leanan não lutava, apenas apreciava. Quando o beijo terminou, sem dizer uma única palavra, se despediram em silêncio. Ele sentiu o coração apertado e a famosa falta de ar. Ela... Fingiu não sentir a mesma coisa." P. 37.

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