19 de outubro de 2015

Capítulo da Semana #7 - A Irmandade Perdida

Olá pessoal, como estão??? Espero que tod@s bem! Hoje vim trazer para vocês o primeiro capítulo de um livro que estou lendo e amando. Logo, logo sai resenha dele aqui no blog. Vamos acompanhar!

Diana Morgan é professora da renomada Universidade de Oxford. Especialista em mitologia grega, tem verdadeira obsessão pelo assunto desde a infância, quando sua excêntrica avó alegou ser uma amazona – e desapareceu sem deixar vestígios.
No mundo acadêmico, a fixação de Diana pelas amazonas é motivo de piada, porém ela acaba recebendo uma oferta irrecusável de uma misteriosa instituição. Financiada pela Fundação Skolsky, a pesquisadora viaja para o norte da África, onde conhece Nick Barrán, um homem enigmático que a guia até um templo recém-encontrado, encoberto há 3 mil anos pela areia do deserto.
Com a ajuda de um caderno deixado pela avó, Diana começa a decifrar as estranhas inscrições registradas no templo e logo encontra o nome de Mirina, a primeira rainha amazona. Na Idade do Bronze, ela atravessou o Mediterrâneo em uma tentativa heroica de libertar suas irmãs, sequestradas por piratas gregos.
Seguindo os rastros dessas guerreiras, Diana e Nick se lançam em uma jornada em busca da verdade por trás do mito – algo capaz de mudar suas vidas, mas também de despertar a ganância de colecionadores de arte dispostos a tudo para pôr as mãos no lendário Tesouro das Amazonas.
Entrelaçando passado e presente e percorrendo Inglaterra, Argélia, Grécia e as ruínas de Troia, A irmandade perdida é uma aventura apaixonante sobre duas mulheres separadas por milênios, mas com uma luta em comum: manter vivas as amazonas e preservar seu legado para a humanidade.


PRÓLOGO

Os rapazes terminaram a remada de treinamento em tempo recorde.
Fazia uma daquelas raras manhãs de sol em Oxford em que a névoa se descola da superfície do rio bem em frente à proa, como se a natureza estivesse à espera daquele instante, daquela equipe, para enfim se revelar.
Ao atravessar o gramado de Christ Church Meadow de volta para a faculdade, sob a luz do sol nascente junto com os companheiros de remo, Haz se sentia invencível, mas sua animação foi interrompida pelo porteiro, que o chamou com um aceno brusco assim que os jovens entraram no pátio.
– Chegou aquilo para o senhor – avisou o porteiro, indicando com um polegar sujo de tinta o objeto pousado sobre a bancada de correspondência. – Não faz nem dez minutos. Eu já ia ligar para o diretor...
– O que é? – perguntou Haz, esticando-se para olhar. – E onde...?
Mas ele se calou assim que viu o conteúdo do cesto de lona, pois, aninhado sobre uma almofada e coberto por uma manta, estava um bebê adormecido.
Haz não conseguiu encontrar nenhuma palavra adequada para expressar o súbito caos em sua mente. Não era a primeira vez que via um bebê, claro, mas jamais imaginara deparar com um tão pequeno na portaria úmida, cercado por sacos de correspondência e guarda-chuvas esquecidos.
– Pois é – falou o porteiro, unindo as sobrancelhas grossas em uma expressão canhestra de empatia. – Mas talvez esta carta aqui explique alguma coisa.
Então entregou ao rapaz um envelope preso ao cesto por um barbante.

Gostaram??? Então adicionem o livro a sua estante no SkoobE aí o que acharam do prólogo??? Já leram esse livro??? Tem indicação de algum livro bom para aparecer aqui??? Deixem seus comentários, vou adorar responder a tod@s.

Bjoks da Gica.


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